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Milho internacional: exportações argentinas caem

milho corn 1726017 1920 768x432De acordo com as informações divulgadas pela T&F Consultoria Agroeconômica, as exportações argentinas caíram de 500 mil para apenas 2,0 mil toneladas e as margens de etanol nos Estados Unidos também recuaram. “Hoje é a vez do EIA e seus dados de produção de etanol. Os números da semana passada mostraram uma queda surpresa na produção, encerrando a sequência de 11 semanas de aumentos com uma queda de quase 24k b/d para pouco mais de 900k b/d de produção. Destemidos, os analistas estão procurando um aumento esta semana de cerca de 8k b/d para 916k b/d, e procurando também um aumento nos estoques após um forte empate na semana passada”, comenta.

"Atualmente, a produção está em média em torno de 2,35 milhões de toneladas de milho por semana e o único contraponto ao aumento da produção são sinais de que as margens não parecem terrivelmente boas – a modelagem do Estado de Iowa tem margens do Centro-Oeste em seu nível mais baixo desde o início de maio, por preços mais baixos de etanol, preços estáveis do milho e preços mais firmes do gás natural”, completa.

Em relação ao país vizinho ao Brasil, as licenças de exportação da Argentina caíram de um penhasco para apenas 2 mil toneladas contra meio milhão no final da semana passada. “A posição de agosto no Up River foi negociada a 75 centavos para setembro. O CEC da África do Sul saiu hoje e espera elevar a perspectiva de produção para15,4 milhões de toneladas”, indica.

“Em outros lugares, os agricultores parecem ter fechado a loja em todo o mundo e não estão em casa para consultas casuais de milho. Base de prêmio agora oferecida a 100 centavos para a maior parte do saldo do ano – especialmente em grandes volumes”, conclui.

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FONTE: AGROLINK(Leonardo Gottem)